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Construção alcança melhor nível de confiança desde maio de 2014.


Conforme apuração da Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Confiança da Construção (ICST) teve alta de 2,1 pontos em janeiro frente a dezembro do ano passado, chegando a 94,2 pontos, o maior nível desde maio de 2014, quando o índice chegou a 94,6 pontos. 

Em médias móveis trimestrais, o índice chega a sua oitava alta consecutiva, passando de 89,9 pontos em dezembro de 2019 para 91,9 pontos em janeiro.
A alta foi influenciada pela melhora tanto da situação atual quanto das expectativas. O Índice de Situação Atual, que apura a confiança do empresário da construção no momento presente, avançou pela oitava vez seguida, chegando a 84,3 pontos em janeiro, 1,7 ponto maior em relação ao mês anterior.

Já o Índice de Expectativas (IE-CST) chegou a 104,2 pontos, o maior valor desde setembro de 2012 (104,5 pontos). Os principais destaque deste índice ficam por conta do indicador de demanda prevista nos próximos três meses, que avançou 2,6 pontos, chegando a 105,2 pontos, o maior nível desde março de 2012 (106,5 pontos); e do indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses, que subiu 2,2 pontos, para 103,2 pontos, similar a março de 2013.

Além disso, o Nível de Utilização da Capacidade do setor (Nuci) teve queda de 1 ponto percentual e alcançou 70,9%.

De acordo com Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV, os bons resultados apurados no primeiro mês de 2020 indicam como deverá ser a dinâmica dominante ao longo do ano, com “o aumento do protagonismo do segmento de edificações, resultante da melhora do mercado imobiliário residencial no ano passado”.

A economista disse que as pesquisas realizadas em 2019 mostraram alta dos lançamentos e vendas, e estes crescimentos começar a resultar em obras, impactando os indicadores de atividade setorial.

“A sondagem captou essa percepção mais favorável em relação à atividade recente. Ainda há um longo percurso para recuperar o patamar de atividade anterior à crise, mas as expectativas já mostram empresas otimistas com as tendências dos negócios nos próximos meses”, observou.

Fonte: aecweb.com.br